Oito noites, quatro endereços, e um raio de cinquenta quilômetros que cobre tudo. Aeroporto, Ortigia, o olival de Noto, o mar de Calabernardo, e o aeroporto outra vez — a última noite a cinco minutos a pé do check-in. Chegam por caminhos diferentes e voltam por caminhos diferentes; no meio, os oito dias são os mesmos para os dois.
A viagem mudou de desenho no fim de setembro: a Luisa passou a entrar na Europa por Roma e a voltar por Roma, enquanto o Fin entra pela Alemanha e volta por Frankfurt. São duas idas e duas voltas separadas, com os oito dias de Sicília inteiros no meio. Ela chega a Catania na tarde de 5 de outubro e é ela quem abre a porta do hotel para ele, que chega perto das onze da noite.
Duas consequências práticas que já estão na agenda: em 13/10 os dois saem do hotel juntos por volta de 06:45 — o terminal fica a cinco minutos a pé e ela embarca primeiro —, e alguém precisa buscar a Luisa em Confins perto da meia-noite de uma terça, porque o Fin só chega na manhã seguinte.
As oito noites estão fechadas e pagas, e o carro também. A estrutura da viagem está completa — o que resta são execuções, e elas estão todas na agenda no fim da página.
Os trechos dentro da Europa são bilhetes separados dos internacionais. Por isso toda folga grande no meio do caminho não é desperdício — é o que protege o trecho seguinte, que ninguém reacomoda se der errado.
As 9h20 em Frankfurt entre a chegada às 12:10 e o embarque às 21:30 são confortáveis, mas o bilhete é separado: a mala sai na esteira ao chegar e só pode ser despachada na LATAM por volta das 18:30. Guarda-volumes resolve, e a cidade fica a vinte minutos de trem da estação do aeroporto.
O desenho da viagem sempre foi uma mala despachada (do Fin) + duas de mão + duas mochilas, e segue valendo. Na Alemanha ele leva a despachada de 32 kg da tarifa Plus; no voo de volta dele, a única despachada da reserva também está no bilhete dele. A Luisa viaja de cabine nos trechos europeus — 55×40×23 mais mochila — o que é exatamente o que a tarifa dá, não uma lacuna.
O ponto que ainda vale conferir é a franquia de bagagem despachada dela no bilhete novo: antes ela viajava coberta pelas duas despachadas do status do Fin, e agora o bilhete é separado e só no nome dela. Se não houver franquia, ou compra despachada online, ou vai de cabine nos quatro trechos — e isso se resolve antes do balcão, nunca nele.
Era o último item de estrutura em aberto, e está resolvido: SRC Rent Car, um Peugeot 208 retirado no aeroporto de Catania. A tarifa saiu por R$ 1.520 — abaixo da faixa de R$ 1.700 a 2.500 que estava no orçamento. Com a cobertura máxima somada, o carro fecha em R$ 2.580 a 3.000. Sobram três execuções, e uma delas é importante.
| A reserva | O que diz o contrato |
|---|---|
| Locadora | SRC Rent Car (Sicily Rent Car) — não é a Avis nem a Quattro Rent, que nunca respondeu e saiu da jogada em 23/09 |
| O carro | Grupo D — Peugeot 208 gasolina ou similar · 5 lugares · câmbio manual · CarPlay |
| Condutor | Fin, único condutor, com a carteira alemã — carteira da UE dispensa Permissão Internacional na Itália. A Luisa não dirige nesta viagem e não entra como condutora adicional, o que economiza €56 a 89 nas sete diárias |
| Retirada | Terça 6 out às 09:00 · Catania Airport Vincenzo Bellini · balcão a 100 m do terminal de chegadas, sem shuttle · aberto 08:00–23:00 |
| Devolução | Segunda 12 out à noite — não na manhã do dia 13, como o contrato diz |
| Preço | R$ 1.520€252,29 já cobrados — €237,29 de tarifa "No Protection" + €15 de "Easy clean" · promo OCTOBRENTInclusos: quilometragem ilimitada, IVA de 22%, taxas de aeroporto, taxa de estrada e suporte telefônico. Nenhuma proteção do veículo está inclusa |
| Coberturaa contratar, ainda não paga | Premium Protection — R$ 1.060 a 1.480€175 – 245 nas 7 diáriasCom ela, o carro fecha em R$ 2.580 a 3.000 |
"Pay online" quer dizer que o dinheiro já saiu. Os €252,29 foram cobrados no ato da reserva, então não há tarifa a pagar no balcão de Catania — e aquele trecho do e-mail sobre "se o pagamento for devido na chegada" é texto padrão para outro tipo de tarifa e não se aplica a esta reserva. O que não muda é o cartão de garantia: continua obrigatório e com prazo, porque é caução, não pagamento. Vale conferir na fatura que o lançamento apareceu uma vez só — cobrança em duplicidade é uma das reclamações recorrentes desta locadora.
O "Easy clean" de €15 vale manter. Em qualquer outra locadora seria upsell de balcão. Nesta, é seguro barato: a taxa de limpeza que a SRC cobra na devolução quando decide cobrar fica na casa de €50 a 100, e limpeza é a acusação mais fácil de fazer e mais difícil de contestar — não deixa rastro em vídeo como um amassado deixa. Por R$ 90€15 compra-se a discussão inteira por uma fração do risco. Guardar o comprovante com a linha paga. Só não confundir com proteção do carro — o Easy clean não cobre dano nenhum.
O desejo declarado era um Fiat 500. O que veio é um Peugeot 208 — e, para esta viagem, é uma troca boa em todos os pontos que importam, sem nenhuma perda.
| Carro | Comprimento | Porta-malas | Para esta viagem |
|---|---|---|---|
| Fiat 500o que vocês queriam | 3,63 m | 185 L | Mala grande iria no banco de trás |
| Peugeot 208o que está reservado | 4,06 m | 311 L | Cabe tudo no porta-malas |
| Fiat 600a outra opção estudada | 4,17 m | 360 L | 11 cm mais longo que o 208 |
A reserva foi cadastrada com o número britânico do Fin. É o cadastro correto, mas não é o telefone que vai funcionar na Sicília — e é para ele que a locadora liga se houver atraso na retirada, problema no carro ou dúvida na devolução. Ligação para o Reino Unido pode não completar, cair em roaming caro ou passar despercebida. Agravado pelo histórico da empresa de cobrar dano achado depois da devolução: contato que falha vira débito no cartão sem aviso.
O que fazer: no mesmo web check-in, trocar o telefone de contato pelo número que vai estar ativo na Itália — roaming, chip local ou eSIM, o que for — e confirmar no balcão, na retirada, que é esse o número do contrato. Acompanhar também a caixa de e-mail da reserva durante a viagem e nas três semanas seguintes, quando a caução volta.
| Abertura de sinistro | €90R$ 545 — cobrada mesmo com a Premium |
| Multa ou pedágio não pago | €39R$ 236 por ocorrência |
| Devolver sem o tanque cheio | €25R$ 151 + o combustível |
| Retirada fora do horário do balcão | €50 – 70nunca depois da 01:00 |
Combustível é cheio a cheio, e o "Easy clean" já pago cobre a taxa de limpeza. A liberação da caução a SRC diz solicitar em 5 dias úteis, mas a pré-autorização pode levar até 21 dias úteis para cair — vale conferir a fatura em novembro mesmo que pareça resolvido.
Cada trajeto de carro tem link direto para o Google Maps. Os dias de fechamento dos restaurantes estão conferidos contra o dia da semana real — por isso há duas ou três opções por refeição em vez de uma só. A Luisa é intolerante a glúten: avisar junto da reserva, nunca na hora.
Conexão de 4h15 em Guarulhos, no mesmo bilhete — folgada e sem nada a fazer. O Fin já está na Alemanha desde 1º de outubro.
O dia é de descanso, não de programa — o voo para Catania é só na tarde seguinte. Trastevere entrega "um pouco de Roma" só saindo da porta do hotel: rua sem trânsito, jantar a dois minutos, e nada obrigatório. O Santa Maria tem todos os quartos no térreo, o que depois de onze horas de voo vale mais que qualquer vista.
Táxi: a tarifa fixa de €55 do aeroporto para dentro das Muralhas Aurelianas é tabela oficial, mas só vale na fila de táxi branco oficial — nunca em abordagem no saguão.
Nada mais no dia. A ordem de chegada é o que faz este dia funcionar: a janela de check-in do hotel fecha às 20:00 e não há recepção — com a Luisa entrando às 17:00, o código de acesso deixa de ser condição de entrada e volta a ser conveniência. O Fin só precisa do endereço salvo offline.
Se o voo dela atrasar e a chegada passar das 20:00, o código volta a ser crítico para os dois — acionar a propriedade por mensagem na hora, não no balcão.
O primeiro café da lua de mel é granita com brioche quente — o café da manhã siciliano de verdade, e sim, é sorvete às nove da manhã. Ali do lado, a Pescheria: espadarte inteiro aberto na banca, ouriço servido na hora, gritaria em dialeto. O mercado fecha por volta das 14h, então a manhã inteira é ali.
Ortigia é ZTL. Deixem o carro no Parcheggio Talete e entrem a pé — avisem a La Maison o horário de chegada, que os anfitriões orientam. À tarde: Piazza Duomo, a Fonte Aretusa com papiro crescendo a vinte metros do mar, banho nas escadinhas de Cala Rossa, e o pôr do sol no Lungomare Alfeo.
Manhã no mercato de Ortigia, na Via Trento — parem no Fratelli Burgio e comam um prato de queijo, atum e alcaparras em pé, que é como se faz. Depois o parque arqueológico da Neapolis: o teatro grego escavado na rocha, a Orelha de Dionísio, as pedreiras. Almoço, e quarenta minutos até o olival. Chegada no meio da tarde, piscina, jantar na casa.
Levar até €40 em cédulas pequenas: a taxa de cidade de Noto não está inclusa no pré-pago e costuma ser cobrada em dinheiro na recepção. Guardar o recibo.
Modica de manhã, com o chocolate trabalhado a frio na Antica Dolceria Bonajuto desde 1880 — método asteca, sem conchagem, o açúcar ainda estala nos dentes. Depois Scicli, que quase ninguém visita e é a mais bonita das três. E no fim do dia Ragusa Ibla, uma cidade inteira derramada por uma encosta: estacionem em cima e desçam a pé.
Hoje é a noite do jantar grande, e não por acaso — quinta é o único dia da viagem em que os dois estrelados de Ibla estão abertos ao mesmo tempo.
Piscina, café da manhã que continua chegando, uma volta pelo olival — outubro é o começo da colheita e as prensas estão trabalhando. No fim da tarde, quinze minutos até Noto: o Corso, as varandas do Palazzo Nicolaci apoiadas em cavalos, sereias e caras grotescas esculpidas na pedra, e a fachada da catedral pegando o último sol. Granita e uma cassatina no Caffè Sicilia, que é patrimônio nacional e continua sendo apenas um bar.
Manhã sem pressa na masseria, checkout às 11h, trinta minutos até Calabernardo. À tarde, a reserva de Vendicari: do estacionamento são vinte minutos de caminhada plana até Calamosche, uma praia comprida sem uma única construção, quase vazia em outubro. Flamingos costumam estar parados nas salinas nessa época. Levem água — não há absolutamente nada lá dentro.
Levar €45–50 em cédulas pequenas para as taxas da Villa Felicia, que são cobradas na propriedade e não entraram no pagamento do portal. E se o dia esticar na estrada, avisar a casa antes das 20:00 — chegada depois disso sem aviso pode virar no-show.
Barco pequeno de manhã, umas três horas: as grutas marinhas em volta de Ortigia e depois a reserva marinha do Plemmirio, parando para nadar sempre que der vontade. Ainda a combinar — a La Maison e a Villa Felicia costumam ter contatos de confiança, e dá para fechar por mensagem durante a viagem. É a melhor coisa da viagem e vale o gasto.
Tarde sem absolutamente nada. Domingo na Itália fecha tudo, então é exatamente o dia certo para isso.
Vinte e cinco minutos até Marzamemi, um vilarejo de pescadores de atum construído em volta de uma praça só, com as casinhas baixas dando direto no mar. Almoço demorado, e uma última hora na praia de San Lorenzo ou nas ruínas gregas de Eloro logo ali.
A ordem do fim do dia está travada e não é detalhe: abastecer, fazer o check-in no hotel deixando a mala na porta, devolver o carro filmando tudo, e voltar a pé — o terminal fica a cinco minutos. Devolver antes significaria arrastar a mala despachada a pé do prédio das locadoras até o hotel, com a janela de check-in correndo e sem carro para resolver imprevisto. A folga real sobre as 20:00 é de umas duas horas e meia.
Hoje a bagagem fica no carro o dia inteiro. Tampão fechado, nada visível no banco. É também o dia mais longo ao volante, com motorista único — não encurtar mais o dia.
Ela embarca primeiro e ele fica cerca de uma hora no terminal depois, sem mala para resolver. É o melhor desenho possível para uma volta separada.
Em Fiumicino ela tem 3h15 entre pousar e o voo longo: pousa no T1, o voo para o Brasil sai do T3, e a passarela coberta leva 10 a 15 minutos. É margem real, mas o bilhete é separado — se o voo da manhã cancelar, não existe recuperação no mesmo dia. Cartões de embarque salvos offline, e se a folga cair abaixo de 1h30, ir direto ao balcão do T3.
Ela chega em Confins às 23:50 de uma terça, e o Fin só na manhã seguinte — quem busca e a chave de casa precisam estar combinados antes, não no desembarque.
Fim da viagem, com 9h40 de diferença entre as duas chegadas.
Tudo em reais, com a moeda original ao lado quando o pagamento é em euro ou libra. Só voos e Sicília, mais os custos novos da mudança de rota da Luisa — a parte alemã sai de carro em família e não entra na conta. Câmbio a R$ 6,10 por euro e R$ 7,00 por libra.
| Voos já pagos | Valor |
|---|---|
| LATAM · Confins ↔ Frankfurtemitido em 17/08 · 4 trechos · hoje sustenta só a viagem do Fin | R$ 14.653 |
| Wizz Air · Memmingen → Catania05/10 · Plus (Fin) + Basic (Luisa, não mais utilizado) | R$ 729€120,48 |
| Lufthansa · Catania → Frankfurt13/10 · direto · dois bilhetes emitidos; o da Luisa será cancelado | R$ 2.460€406,64 |
| Subtotal | R$ 17.842 |
| Custos novos da mudança de rota | Valor |
|---|---|
| Remarcação do bilhete da Luisataxa + diferença tarifária · a confirmar com a companhia | a confirmar |
| Roma → Catania · 05/10bilhete separado, a comprar | R$ 185 – 430€30 – 70 |
| Catania → Roma · 13/10com bagagem · bilhete separado, a comprar | R$ 365 – 700€60 – 115 |
| Noite em Roma · 04/10Santa Maria ou Le Clarisse, Trastevere | R$ 975 – 1.650€160 – 270 |
| Dois táxis de tarifa fixaFiumicino ↔ Trastevere | R$ 670€110 |
| Voo Wizz dela, perdidotarifa Basic não reembolsa; tentar crédito e não gastar mais energia | R$ 400 – 500~€65 |
| Subtotalfora a remarcação, que é a incógnita | R$ 2.595 – 3.950 |
Há um crédito a recuperar do outro lado: o bilhete dela no voo Catania → Frankfurt vai ser cancelado, e taxas e impostos são reembolsáveis mesmo em tarifa não reembolsável — mas só saem se forem pedidos. Vale abrir o pedido junto do cancelamento.
| Hotéis · 8 noites na Sicília | Valor |
|---|---|
| Magnolia · 5–6 outconfirmado | R$ 614 |
| La Maison · 6–7 outconfirmado | R$ 1.296 |
| Masseria degli Ulivi · 7–10 outpré-pago via agência · valor ainda não informado; faixa estimada | R$ 3.100 – 4.000+ €24 de taxa de cidade no local |
| Villa Felicia · 10–12 outconfirmada · voucher de £150 a aplicar no pagamento de 03/10 | R$ 1.158£130,60 + €40,31 no local |
| Magnolia · 12–13 outconfirmado | R$ 614 |
| Subtotal | R$ 6.782 – 7.682 |
| No chão, 7 dias · os dois | Valor |
|---|---|
| Carro · 7 diáriasSRC Rent Car · Peugeot 208 · já pago · condutor único · tarifa €237,29 + Easy clean €15 | R$ 1.520€252,29 |
| Cobertura máxima do carroPremium Protection · a contratar no web check-in — a tarifa atual responde pelo valor integral do veículo | R$ 1.060 – 1.480€175 – 245 |
| Combustível, pedágios, estacionamentosinclui a garagem do Talete em Ortigia | R$ 730 – 1.040€120 – 170 |
| Comida€90–120 por dia, já incluindo o jantar estrelado | R$ 5.370 – 6.650€880 – 1.090 |
| Barco no Plemmiriomanhã privativa, ~3h · ainda a combinar | R$ 915 – 1.525€150 – 250 |
| Entradas e passeiosNeapolis, Vendicari, Bonajuto, imprevistos | R$ 730 – 1.100€120 – 180 |
| Taxas locais pagas em dinheirotaxa de cidade de Noto + taxas da Villa Felicia — fora de qualquer total já pago | R$ 370~€64 |
| Subtotal | R$ 10.695 – 13.685 |
A referência de vocês para oito noites na Europa, com voos internacionais, é R$ 34 a 40 mil. A viagem já estava no topo dessa faixa antes da mudança de rota; com os custos novos ela estoura o teto — e vale dizer com clareza de onde vem: a noite em Roma, os dois trechos internos e o voo perdido somam R$ 2.600 a 3.950, mais a remarcação, que é a única linha que ainda não tem número.
Duas variáveis grandes continuam abertas e empurram o intervalo nas duas direções: quanto a Masseria saiu pela agência (o voucher não traz o valor) e se o voucher de £150 entra no pagamento da Villa Felicia em 03/10 — se não entrar, são R$ 1.000 a mais.
Só o que ainda está vivo em 1º de outubro. Alerta que já se resolveu saiu da lista.
Magnolia (duas estadias), La Maison, Masseria degli Ulivi e Villa Felicia. O bloco de risco que dominava o planejamento até setembro está encerrado: a Masseria foi confirmada em 21/09 — era o furo mais feio, com o campo "Hotel Confirmation" vazio e multa anunciada de até 100% — e a Villa Felicia saiu do status "Pending" no mesmo dia. Nenhuma noite sem confirmação, nenhuma mudança de número de hóspedes.
O único campo formalmente aberto é o prazo de cancelamento da Masseria, que nunca foi informado — e sem valor prático, porque a reserva está paga e não há intenção de cancelar.
A janela de check-in em Catania fecha às 20:00 e a propriedade não tem recepção. O Fin chega perto das 23:00 — três horas depois. Com a Luisa chegando 16:25 e entrando às 17:00, o código de acesso deixa de ser condição de entrada e volta a ser conveniência.
Vale manter a disciplina de sempre: endereço, telefone e código salvos offline — screenshot na galeria e anotado no papel. E-mail não serve, porque o cenário de uso é chegar sem rede.
A tarifa contratada é "No Protection": em dano, furto ou incêndio a responsabilidade é pelo valor integral do veículo, R$ 85 a 110 mil, sem franquia com teto. A locadora tem histórico documentado de cobrar dano achado depois da devolução, inclusive vidro e pneu, que são exatamente o que só a cobertura máxima protege.
Contratar online no web check-in, nunca no balcão — mais barato e sem pressão de venda. Na mesma sessão: informar o cartão de garantia (sem ele a reserva pode ser cancelada sem aviso, mesmo com a tarifa paga) e trocar o telefone de contato pelo número que vai estar ativo na Itália.
O contrato diz devolução em 13/10 às 09:00 e o voo do Fin decola 09:35 do mesmo dia. É impossível, e o horário foi conferido duas vezes. A devolução real é na noite do dia 12, com o balcão aberto até as 23h e o hotel a cinco minutos a pé do terminal. Devolver antes não gera reembolso nem multa.
A ordem do dia 12: abastecer → check-in no hotel descarregando a mala na porta → devolver o carro filmando tudo → voltar a pé.
O pagamento está programado para 3 de outubro, de propósito, para a cobrança cair no ciclo seguinte do cartão. Mas o voucher traz o valor cheio de £280,60 e o desconto de £150 não aparece em lugar nenhum do documento. São duas leituras possíveis: ou o desconto entra só na tela de pagamento, ou não foi aplicado — e isso é R$ 1.000.
Regra: tela mostrando £130,60 ⇒ pagar e guardar o comprovante. Tela mostrando £280,60 ⇒ não pagar, abrir chamado no portal e no suporte da operadora exigindo a aplicação do voucher antes da cobrança. Pagar e pedir reembolso depois é outra briga, muito pior.
São linhas separadas do que já foi pago pelos portais: a taxa de cidade de Noto na Masseria, cerca de €24, e as taxas da Villa Felicia, €40,31. Total de ~€64 (R$ 370).
Levar cédulas pequenas nas duas chegadas, ou confirmar antes se aceitam cartão, e guardar os recibos. A linha da Villa Felicia só apareceu no fim de setembro, com o voucher — não estava no orçamento até então.
Duomo, em Ragusa Ibla (jantar de quinta 08/10, duas estrelas, fecha domingo) — é o único dia da viagem em que ele e o Don Serafino abrem ao mesmo tempo; se não sair, o Don Serafino é o plano B. Ciauru Anticu, em Ortigia (jantar de terça 06/10, sete mesas) — os anfitriões da La Maison conseguem mesa. Ristorante Nassa, em Marzamemi (almoço de segunda 12/10, 12h–15h).
Nas três, avisar a intolerância a glúten junto da reserva — não na hora de sentar.
A Luisa é intolerante a glúten e o Fin toma chá preto com leite no café da manhã. Nas duas casas que cozinham para os hóspedes (Masseria degli Ulivi e Villa Felicia) vale avisar na chegada, não no prato: na Masseria isso conta duas vezes, porque o café da manhã é buffet — o ponto forte da casa — e o jantar do dia 7 é no restaurante deles. Perguntar se pão e doce sem glúten precisam ser encomendados com antecedência.
Nos cafés da manhã, pedir chá preto explicitamente: na Itália o padrão é café e nem sempre é óbvio.
Ela está emitida nessa reserva junto com o Fin, e não voa mais esse trecho — volta por Roma. Cancelar pelo "Manage booking" pedindo reembolso de taxas e impostos, que são recuperáveis mesmo em tarifa não reembolsável e só saem se pedidos.
Fazer antes da abertura do check-in, em 12/10, para não cancelar bilhete com cartão de embarque já emitido. Não há cascata: a reserva tem um único voo e o trecho do Fin não é afetado.
A companhia cancela automaticamente os trechos seguintes se um for perdido, e a volta do Fin está em tarifa Light — alteração caríssima ou indisponível, e reacomodação vira compra de bilhete novo. Não se mexe na volta dele em nenhuma hipótese.
Nos trechos entre Europa e Sicília, que são bilhetes separados, vale o inverso: ninguém protege a conexão, então a folga é a proteção. As 3h15 em Fiumicino e as 9h20 em Frankfurt são isso.
A Luisa não dirige nesta viagem. Ela não entra como condutora adicional (economia de €56 a 89 nas sete diárias) e não há nada a fazer no Detran. O Fin dirige com a habilitação alemã, que é carteira da UE e vale na Itália sem Permissão Internacional.
Com motorista único não há revezamento, mas o roteiro já protege isso: ninguém dirige no dia de chegada — o carro só é retirado na manhã seguinte, depois de uma noite dormida — e os trajetos são todos curtos. O único dia a não encurtar mais é 12 de outubro, o mais longo ao volante.
A ilha é zona restrita e a multa chega por correio meses depois. Carro no Parcheggio Talete, entrada a pé. Avisar a La Maison o horário de chegada — os anfitriões orientam sobre isso, e o check-in tem janela que fecha às 19:00.
O Peugeot 208 não muda nada aqui: ZTL é leitura de placa, não largura de rua, e o plano já previa deixar o carro fora do centro histórico tanto em Ortigia quanto em Ragusa Ibla.
A noite do dia 12 em Catania tem cancelamento grátis até 10 de outubro — é a única peça de hospedagem da viagem que ainda se ajusta sem custo, com vocês já na Sicília. Não é proposta de cancelar, é visibilidade: se o dia 12 ou 13 mudar de figura durante a viagem, é por aí que se mexe de graça.
A Luisa pousa 13/10 às 23:50 e o Fin 14/10 às 09:30 — 9h40 de diferença. Quem busca ela perto da meia-noite de uma terça, e com que chave ela entra em casa, são duas coisas a combinar antes, não no desembarque.
Só o que ainda vai acontecer, a partir de 1º de outubro. Horários em fuso brasileiro estão marcados BRT; os europeus, CEST. Barra laranja é prazo rígido — passou, perdeu ou custa dinheiro. Barra dourada é o momento em que a prioridade se decide.